Conforme lido em Info:

Casal chinês vende filhos para manter vida em jogos online

Segundo o site Games In Asia, o casal A Hui e A Mei, vendeu seu segundo filho para sustentar o vício do pai em games online. A esposa disse a uma TV local que a maior parte da renda da família era direcionada para comprar itens nos jogos, e que os dois achavam que não teriam condições de manter essa vida e criar o filho – então preferiram vender a criança.

Hui e Mei já haviam feito isso antes: a primeira gravidez do casal foi indesejada e eles “não tinham intenção de dar apoio financeiro” à criança, o que fez com que a vendessem para mercadores de bebês locais.

O tráfico de seres humanos é crime punível com morte na China. Crianças compradas dessa forma são revendidas para outros casais dentro do país e até orfanatos, para que as crianças possam ser adotadas por famílias do exterior. O país também tem um sério problema de vício em jogos online, assim como a Coreia do Sul.”

Este é um comportamento que revela alguns traços de personalidade patológicos. Trata-se de uma consciência com um nível de fechadismo consciencial altíssimo, portando um transtorno holossomático já bastante exacerbado, oriundo da desconexão entre mentalsoma e psicossoma: não existe conscienciofilia; o nível de egoísmo do pai da criança é tamanho que enxergou os próprios filhos como mercadorias para alimentar seu próprio vício. E qual o papel da mãe nisso? É o de alguém que não soube como assistir o companheiro, ou não encontrou modo de se conectar àquela consciência. Tornou-se cúmplice e submissa a seu comportamento.

O parágrafo final do texto traz a informação de que a China e a Coreia do Sul são países com problema sério de vício em jogos online; em locais com alto desenvolvimento tecnológico, em que a indústria da dispersão (games) é expressiva, pode acontecer de não ser dada a devida importância a outros serviços essenciais à população, como o desenvolvimento de programas sociais de prevenção contra o exagero naquele ramo do mercado.

A consequência de uma sociedade em que o lado social  não acompanha o desenvolvimento tecnológico é justamente essa desconexão interconsciencial: cada indivíduo se fecha cada vez mais em si mesmo.

 

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